TSE barra candidatura de Pablo Marçal à Presidência
O Tribunal Superior Eleitoral rejeitou por unanimidade o registro da candidatura de Pablo Marçal à Presidência da República. Os sete ministros votaram pelo indeferimento. O influenciador está inelegível até 2032 após condenação na Justiça Eleitoral de São Paulo. O Ministério Público também apontou uma questão relacionada à filiação partidária. A decisão impede Marçal de disputar a eleição presidencial.
O Tribunal Superior Eleitoral decidiu rejeitar o pedido de registro da candidatura de Pablo Marçal à Presidência da República. A decisão foi unânime entre os sete ministros responsáveis pelo julgamento.
Um dos principais fundamentos foi a inelegibilidade de Marçal, válida até 2032. A condenação eleitoral está relacionada à oferta de gravações de vídeos para candidatos a cargos municipais em troca de doações financeiras durante o período eleitoral.
O Ministério Público Federal também sustentou que havia irregularidade relacionada à filiação partidária dentro do prazo previsto pela legislação eleitoral.
Com a decisão, Marçal fica impedido de disputar a Presidência neste pleito. A medida altera a configuração da corrida eleitoral e retira do cenário um nome que vinha tentando novamente ocupar espaço nacional.





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