IA VAI SAIR DO SCI-FI E DOMINAR A ROTINA DAS PESSOAS, APONTA ESPECIALISTA

O avanço acelerado da inteligência artificial promete transformar profundamente o cotidiano da sociedade. Especialistas indicam que tecnologias antes vistas como ficção científica devem se tornar comuns, impactando relacionamentos, mobilidade, saúde, energia e serviços públicos nos próximos anos.

IA VAI SAIR DO SCI-FI E DOMINAR A ROTINA DAS PESSOAS, APONTA ESPECIALISTA

O futuro tecnológico não avança de forma gradual — ele chega de maneira disruptiva. Segundo especialistas em inteligência artificial, a próxima década será marcada por mudanças profundas na forma como as pessoas vivem, trabalham e se relacionam com a tecnologia. Sete tendências ganham destaque por estarem cada vez mais próximas da realidade.

Entre elas está o surgimento de relacionamentos afetivos com inteligências artificiais, impulsionados por sistemas cada vez mais empáticos e personalizados. Outra mudança significativa envolve a presença de robôs no serviço público, especialmente em áreas como hospitais e escolas, auxiliando no atendimento e em tarefas operacionais.

A mobilidade também deve passar por uma revolução com o avanço da autonomia total dos veículos, o que pode levar ao fim da carteira de motorista como é conhecida hoje. No setor energético, o desenvolvimento de baterias de altíssima duração promete reduzir drasticamente a dependência de recargas frequentes.

Na área da saúde, a combinação entre biotecnologia e IA pode elevar a expectativa de vida para além dos 100 anos, com tratamentos mais precisos e preventivos. Já no ambiente doméstico, a tendência é que robôs se tornem comuns dentro das casas, auxiliando em tarefas diárias.

Por fim, a infraestrutura digital também deve se expandir para além da Terra, com a possibilidade de data centers em órbita, uma estratégia discutida por líderes globais da tecnologia para atender à crescente demanda por processamento e armazenamento de dados.

Essas previsões indicam que a inteligência artificial não apenas complementará a vida humana, mas se tornará parte central da organização social e econômica.