Ataques religiosos levam PF a abrir investigação
Uma sequência de ataques contra imagens e estabelecimentos religiosos em diferentes cidades brasileiras reacendeu o debate sobre intolerância religiosa. Casos foram registrados envolvendo símbolos católicos e também um estabelecimento ligado à umbanda. O Supremo determinou que a Polícia Federal investigue uma possível disseminação coordenada das ações. No primeiro semestre, mais de 1,2 mil denúncias de intolerância foram registradas. Os episódios ocorreram em diferentes estados.
Uma sequência de ataques a símbolos e estabelecimentos religiosos chamou a atenção de autoridades e provocou a abertura de novas investigações.
Em Fortaleza, estabelecimentos ligados ao catolicismo e à umbanda tiveram fachadas atingidas por incêndios. Uma loja de artigos religiosos recebeu ainda uma ameaça afirmando que pessoas morreriam caso o estabelecimento voltasse a funcionar.
Outros episódios incluíram a destruição de imagens religiosas em cidades do Paraná e da Bahia. Em um dos casos, uma imagem de Nossa Senhora Aparecida foi danificada; em outro, uma representação de Santa Dulce dos Pobres foi destruída.
Diante da sequência, o ministro Flávio Dino determinou que a Polícia Federal apure a aparente disseminação desse tipo de ataque. Dados oficiais registraram mais de 1,2 mil denúncias de intolerância religiosa apenas no primeiro semestre.





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